Choro e não quero...
Tenho saudades dos Domingos soalheiros e dos namorados a falar baixinho.
Das crianças que correm agitadas, que espreitam nervosas.
Do chamar entusiasmado dos seus pais.
Das mãos sorrateiras dos amantes a deslizar sobre mim.
Ai, saudade! onde está a alegria agora?
Espera.! Os que eram meninos hoje voltaram.
Não... não trazem a alegria de outrora...
Mas... foram pais, foram avós...!
Não o entendo mas vêm agora sós.
Sentam-se...tristes!
Não porque o querem, não porque o possam evitar.
No chilrear dum pequeno pássaro contrariam a angústia da vida, rindo, mas por um instante. A solidão que torna com a fatalidade de uma maré, preenche-lhes com tristeza o espírito que esta já tão fraco tornou.
Chove!
Este é o pior dos dias. Este maldito tempo que me faz pensar...
Tenho saudades dos Domingos soalheiros e dos namorados a falar baixinho.
Das crianças que correm agitadas, que espreitam nervosas.
Do chamar entusiasmado dos seus pais.
Das mãos sorrateiras dos amantes a deslizar sobre mim.
Ai, saudade! onde está a alegria agora?
Espera.! Os que eram meninos hoje voltaram.
Não... não trazem a alegria de outrora...
Mas... foram pais, foram avós...!
Não o entendo mas vêm agora sós.
Sentam-se...tristes!
Não porque o querem, não porque o possam evitar.
No chilrear dum pequeno pássaro contrariam a angústia da vida, rindo, mas por um instante. A solidão que torna com a fatalidade de uma maré, preenche-lhes com tristeza o espírito que esta já tão fraco tornou.
Chove!
Este é o pior dos dias. Este maldito tempo que me faz pensar...





